Queda de elevador caseiro deixa duas idosas feridas em Cataguases (MG)
Mulheres de 71 e 69 anos ficaram feridas na queda de um elevador caseiro no bairro Paraíso, em Cataguases (MG), em 3 de setembro de 2026. Defesa Civil relata rompimento de cabo.
Mulheres de 71 e 69 anos tiveram fraturas nos membros inferiores após o rompimento do cabo do equipamento, segundo a Defesa Civil. As duas foram levadas ao Hospital de Cataguases.
Duas mulheres idosas ficaram feridas na queda de um elevador caseiro na tarde de quinta-feira, 3 de setembro, na Rua Otávio Ferraz, bairro Paraíso, em Cataguases, na Zona da Mata mineira.
Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), as vítimas têm 71 e 69 anos. Uma delas sofreu fratura no pé esquerdo e a outra apresentou fraturas nos dois membros inferiores. As duas receberam atendimento inicial no local e foram encaminhadas ao Hospital de Cataguases para avaliação e tratamento médico.
De acordo com a Defesa Civil de Cataguases, o cabo do equipamento se rompeu enquanto as duas mulheres estavam em seu interior. O órgão, que prestou apoio na ocorrência, relatou ferimentos graves na região dos tornozelos, incluindo fraturas expostas. O Samu foi acionado por volta das 16h45. As informações sobre a causa e o horário foram divulgadas pelo portal marcelolopes.jor.br; o atendimento do Samu foi confirmado pelo portal Acessa.com.
Não há, até o momento, informação oficial sobre quem instalou o equipamento, sobre a existência de contrato de manutenção ou sobre eventual apuração técnica do acidente.
Casos recentes em residências
O caso se soma a uma sequência de acidentes com equipamentos de elevação instalados em residências registrada nos últimos meses no país. Em janeiro de 2025, a queda de um “elevador” caseiro irregular deixou três feridos em Rio Verde (GO). Em junho de 2025, duas idosas ficaram feridas quando um elevador de sobrado despencou no bairro São Braz, em Curitiba. Em outubro de 2024, um elevador residencial caiu do segundo para o primeiro andar em Araguari (MG), ferindo duas mulheres, de 60 e 82 anos.
A recorrência reforça um alerta permanente do setor: equipamentos de transporte vertical em residências exigem projeto, instalação por empresa habilitada e manutenção periódica contratada. Improvisos e adaptações sem responsável técnico transformam uma facilidade do dia a dia em risco grave.
Fontes: Acessa.com e marcelolopes.jor.br.
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